Como não errar no uso do pretérito mais que perfeito?

Como não errar no uso do pretérito mais que perfeito? 


O costume ajuda — e muito. O pretérito mais que perfeito simples é pouco usado. Poucos dizem fizera, chegara, cantara. Preferimos o composto. Sabe qual é? É o que pede ajuda ao imperfeito dos auxiliares ter ou haver para indicar um passado anterior a outro passado.

Compare:


Quando Paulo chegou, eu já saíra.
Quando Paulo chegou, eu já tinha saído.

Quando o telefone tocou, João já entrara no banho.
Quando o telefone tocou, João já havia entrado no banho.

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